Uma dica legal aos amigos do marketing para internet.
No site onlineuniversities.com você encontra um fantástico infográfico mostrando dados relacionados com o “status” da web em 2012.
Os países com mais endereços e os lugares com maior velocidade de conexão são os pontos principais do trabalho.
Países como China, Itália, Rússia e Brasil aparecem como os que mais cresceram em número de IPs, sendo Coreia do Sul o país com maior velocidade de conexão.
Vejam o Gráfico:
1. Transmita confiança na sua empresa: Toda empresa, independentemente do ramo de atuação, deve investir na sua marca e imagem no mercado. Empresas sólidas e conhecidas acabam ganhando muitos negócios de clientes indecisos, que preferem gastar um pouco mais em troca da tranqüilidade de um nome famoso. Mais importante ainda é conquistar a confiança total dos seus clientes atuais, para que eles continuem comprando e recomendando você. Como diria o consultor Stephen Schiffman, não estamos no negócio de atrair otários. Enganar prospects e clientes é a melhor maneira de afundar sua empresa.
2. Depressão pós-parto: Existe um conhecido fenômeno psicológico que poderíamos chamar de arrependimento pós-compra. É quando, após assinar o cheque ou dar o dinheiro, o comprador começa a questionar se realmente tomou a decisão correta. Esse momento de insegurança pode ser utilizado para benefício do vendedor, reforçando sua relação com o cliente. Basta tomar algumas ações bastante simples: ligar, parabenizando pela compra; mandar cartas, cartões ou mesmo um buquê de flores, dependendo da situação. Não abandone seu cliente após a compra. Aproveite a situação e prepare o terreno para vendas futuras.
3. Encontre mais utilidades para o seu produto ou serviço: Ao realizar pesquisas entre seus clientes, milhares de empresas no mundo todo acabaram descobrindo que eles usavam seus produtos ou serviços para finalidades completamente diferentes daquelas planejadas inicialmente.
Como você provavelmente não tem uma bola de cristal (e parece que não se fabricam mais…), fica difícil imaginar todos os usos possíveis para o que você vende. Mas, acredite, existem muitos. Por isso, pergunte, pergunte, pergunte. Você pode acabar descobrindo novas utilizações, posicionamentos mercadológicos e nichos lucrativos totalmente inexplorados para seus produtos e serviços.
4. Torne-se um consultor (porque você é mesmo): De duas uma: ou você é um expert na sua área ou deveria estar trabalhando em outro ramo. Imaginando que você tenha escolhido a primeira opção, seria uma pena (para não dizer vergonha) que existissem por aí pessoas ou empresas que poderiam se beneficiar dos seus conhecimentos, mas que não o estão fazendo. Além do prejuízo óbvio, é um pecado contra a sociedade.
Seus clientes devem confiar tanto em você que vão procurá-lo sempre que tiverem dúvidas sobre um projeto. A única maneira de alcançar esta posição é não tentar vender alguma coisa sempre que visitar um cliente, mas sim ouvir atentamente e tentar resolver suas dúvidas e problemas (mesmo que isso envolva indicar outras soluções que não a sua).
5. Mostre entusiasmo: “Oh, céus… Oh, vida…”. Sempre que vejo alguém reclamando da situação me lembro do Hardy, um personagem dos desenhos animados que vivia reclamando de tudo. É claro que sempre chovia nele e todas as bigornas acabavam caindo na sua cabeça, criando um círculo vicioso difícil de sair.
É como aquela história dos dois vendedores que foram mandados para a África vender sapatos. Um deles voltou deprimido – ninguém lá usava sapatos, logo, ninguém iria comprar. O outro vendedor voltou todo entusiasmado – ninguém lá usava sapatos, logo, iriam todos comprar!
Ninguém gosta de conviver com pessoas e empresas negativas, que passam pela vida se arrastando, lamuriando seu triste destino. Colhemos o que plantamos, e quem tem razões para se lamentar geralmente tem absolutamente toda a culpa pela situação.
6. Faça as coisas acontecerem: O seu cliente precisa preencher um formulário? Elimine os dados desnecessários e facilite a sua vida. Se possível, preencha os documentos para o cliente. Consiga as linhas de financiamento. Entregue em casa. Vá buscar. As pessoas estão cada vez mais ocupadas, e vão reagir de maneira altamente positiva sempre que você tornar a sua vida mais fácil.
7. Diga sempre a verdade (é mais fácil de lembrar!): A mentira tem pernas curtas e todo mentiroso acaba sempre descoberto. Seja sempre sincero com clientes e prospects, principalmente quanto a condições de pagamento, prazos de entrega e padrões de qualidade. A melhor coisa que você pode fazer é encontrar uma maneira de diminuir os seus custos e repassar isso para o cliente – e não ficar com a gordura extra. É claro que você deveria fazer um carnaval sobre o assunto, para que o assunto não passe despercebido, principalmente quando se fala de business to business.
8. Seja visto como um pesquisador e um expert: Utilizando a sua base de clientes, você pode realizar pesquisas trimestrais sobre o comportamento das pessoas sobre um determinado assunto relacionado à sua área de atuação. Depois de compilar e analisar os dados escreva um press release curto (ou, melhor ainda, contrate uma assessoria de imprensa) e espalhe a novidade entre os meios de comunicação, principalmente revistas especializadas na sua área.
Com o passar do tempo, você vai virar um ponto de referência: pessoas e jornalistas vão se lembrar de você na hora que surgir alguma dúvida relacionada ao que você faz. É claro que essa posição de expert acaba se traduzindo em mais negócios.
9. Dê palestras: Esta é mais uma maneira de se posicionar com consultor e expert. Você pode dar palestras abertas para o público em geral, para associações de classe, para grupos de clientes, para funcionários de clientes, para participantes de feiras… As opções são virtualmente infinitas, e quanto mais técnicas o assunto, mais motivos você deveria ter para promover essas palestras. Só não se esqueça de um detalhe: sua palestra deve estar à altura da qualidade de seus produtos ou serviços. Não é preciso levar fogos de artifício, mas um mínimo de profissionalismo deve ser exigido, já que estamos falando da imagem da sua empresa. Por isso, pense duas vezes antes de decidir quem é a pessoa (ou grupo) que vai passar a dar palestras para o mercado.
10. Faça propaganda de maneira regular: Diversos estudos realizados por institutos de pesquisa na Europa e nos EUA demonstram claramente que empresas que anunciam de maneira regular, mesmo em períodos de depressão econômica, vendem mais do que empresas que não anunciam ou que cortam drasticamente suas verbas de propaganda quando a coisa fica preta.
É claro que o ideal é chegar a um ponto onde não é preciso mais investir em propaganda, deixando as vendas a cargo das indicações, da boa reputação e da propaganda boca a boca. Mas até chegar lá (se é que isso existe realmente), meu amigo, é completamente indispensável um bom planejamento de Marketing, com ações regulares que melhorem tanto suas vendas quanto sua imagem perante o mercado.
11. Imprima seu telefone em tudo que você produz: E também seu fax, seu e-mail, sua caixa postal ou endereço. A comunicação direta com clientes é fundamental para monitorar o mercado e tomar ações decisivas que podem modificar de maneira positiva seu futuro. Grandes empresas, principalmente as que trabalham com o varejo, têm a tendência de se esconder atrás de distribuidores, representantes, supermercados, assistências técnicas, etc. É um erro, porque muitos de seus parceiros podem não estar se comportando como deveriam, e a única maneira de descobrir (antes que seja tarde demais) é facilitando o contato com a sua empresa. Além disso, como já vimos, falar constantemente com clientes acaba criando novas oportunidades de negócios: desde novas maneiras de usar o seu produto ou serviço até sugestões e modificações necessárias. Resumindo: não existe melhor pesquisa de mercado do que um número 0800 ou 0300 impressos em todo seu material.
12. Satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta: Sem perguntas e sem reclamações. E ponto final. Embora algumas empresas fiquem histéricas com a idéia, achando que vão ser inundada por milhares de reclamações injustas de clientes desonestos, isso raramente acontece.
Na verdade, o que acontece realmente é que empresas que NÃO fazem isso acabam perdendo milhares de clientes insatisfeitos, que acabam saindo por aí falando mal da empresa.
Como os custos de perder clientes são absurdamente altos, é uma bobagem economizar centavos e não atender aos pedidos da imensa maioria honesta de pessoas que reclama. Lembre-se: não estamos nos negócios de vender para otários. Se acontecesse com você, você provavelmente gostaria de receber o seu dinheiro de volta.
Não é bondade nem ingenuidade: é respeito, profissionalismo e, como conseqüência, clientes satisfeitos e lucro.
A expressão “pensar fora da caixa” surgiu a mais de 20 anos, quando uma consultoria de estratégia passou a divulgar seu serviço usando um desafio gráfico, no qual era preciso unir nove bolinhas dentro de um retângulo, como se fosse uma caixinha, usando apenas quatro segmentos de reta. Segundo Ricardo Neves, autor do livro “Tempo de pensar fora da caixa”, para resolver esse quebra-cabeça, em geral, as pessoas demoravam muito tempo fazendo tentativas frustradas. Só quando alguém tinha um insight de que o retângulo poderia ser ignorado – e isso equivale a tirar fora a caixa representada pelo retângulo – é que eram visualizadas soluções alternativas, que saltavam aos olhos pelo fato de a caixa ter sido posta de lado.
A propaganda foi de fato muito boa para uma empresa consultiva: mostra que, em estratégia, o mais importante é a capacidade de ter insights e evitar a cegueira e a miopia provocadas pelos hábitos cotidianos e pela atitude “mais-do-mesmo”. Desde então, a expressão se tornou um sinônimo da capacidade de encontrar soluções que não são óbvias ou ortodoxas. Com isso, o pensar fora da caixa praticamente se tornou um requisito obrigatório nos processos seletivos que tinham como objetivo identificar pessoas capazes de propor e participar de processos de inovação.
A interpretação do comportamento “pensar fora da caixa” tinha e tem diversas vertentes, desde aquelas que sugerem que ser inovador é ter idéias novas sem estrutura prévia, até mesmo, propor ações menos complexas e que trazem melhoria imediata. No entanto, se pegarmos como exemplo os produtos Apple, nos quais Steve Jobs conseguiu gerar experiência de compra desde a abertura da embalagem à utilização dos seus equipamentos a partir de um mesmo botão, podemos concluir que o quebra-cabeça do pensar fora da caixa está de cara nova.
Por isso, quando me deparo com pessoas dizendo sobre o pensar fora da caixa, logo me pergunto: Qual caixa? Aonde é fora ou aonde é dentro? Acredito que no mundo atual onde a realidade virtual não é mais uma novidade e a inovação é algo constante, a pergunta que fica pra mim é: Estamos usando a caixa certa como referência? É preciso uma caixa? Sabemos, hoje, definir o que é o pensar fora da caixa?
Traduzir tendências, ter novas ideias e tudo isso se transformar em inovação é um caminho e tanto, mas trilhá-lo pode ser um aprendizado constante, já que a caixa e o fora dela somos nós que criamos. Fica a dica: reveja o mesmo, pense no novo e simplifique a trilha, assim teremos caixas mais customizadas e foras mais factíveis.
Post por Bruno Mathias
A feira, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de março na cidade de Rio Pardo no Rio Grande do Sul é promovida pela Associação dos Fumicultores do Brasil, visa a disseminação de tecnologias, insumos e serviços para os produtores, investidores e comerciantes do segmento.
Um dos maiores eventos do Sul do país, a Expoagro Afubra vem informar e esclarecer sobre inovações, técnicas e manejo de culturas paralelas. Em sua 12ª edição, na feira estarão em destaque exposições de máquinas e implementos, pecuária de leite e corte, lavouras demonstrativas, variedade em tecnologia, produção florestal e disponibilização de créditos para financiamentos.
A Piraí Sementes levou seus produtos para a Expoagro Afubra 2012 e estará a disposição para atender e difundir ao produtor a prática da Adubação Verde, seus benefícios ao solo e retorno na produtividade através do Estande da Adubação Verde que teve como tema a Adubação Verde na Cultura do Tabaco.
Um trabalho muito bem sincronizado de toda a equipe do Grupo Join Marketing e a sua divisão de marketing para agronegócio Join Agro.
Mais informações do evento no site:
www.afubra.com.br
Acompanhe todos os momentos em:
www.adubarofuturo.com.br
Fonte: Redação Grupo Join Marketing
Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um lindo gramado, e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins.
Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresados Estados Unidos contratou um desses jardineiros. Chegando a sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando já havia terminado, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone, no que foi prontamente atendido.
Contudo, o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:
- A Senhora está precisando de um jardineiro?
- Não. Eu já tenho um – respondeu.
- Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
- Isso o meu jardineiro também faz.
- Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço – o disse.
- Mas o meu jardineiro também o faz.
- Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.
- Não, o meu jardineiro também me atende prontamente.
- O meu preço é um dos melhores.
- Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.
Desligando o telefone, o executivo lhe disse:
- Meu rapaz, você perdeu um cliente.
- Não – respondeu o garoto. Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava medindo o quanto ela estava satisfeita.
Você tem feito isso pela seu CLIENTE?
1. Trace um objetivo. Não adianta iniciar uma campanha de Adwords com o pensamento “quero vender mais”. É preciso estabelecer uma quantidade, uma proporção, algo plausível para análise de desempenho. É preciso também saber em quanto tempo esse “aumento de vendas” deve ser alcançado. Por exemplo, tenho um site que vende meias. Uma média de 300 visitas diárias e 2 vendas. Quero passar a 3000 visitas ao dia em 4 meses. Isso influencia diretamente no investimento financeiro a ser feito.
2. Se situe. Para que as pessoas se interessem pela sua campanha, é preciso que ela seja muito objetiva e exponha o melhor do seu produto. Identifique precisamente o que seu produto ou serviço oferece e suas maiores qualidades. Meu site de meias, por exemplo, não vou vender meias de seda ou algodão. Vendo pernas bonitas e pés quentes.
3. O ponto de partida. Recolha o maior número de informações sobre a sua situação atual que for possível. Com o Google Analytics, você pode obter informações do tipo: quantas visitas tenho atualmente, de onde elas vem, quanto tempo ficam no site, pelo que mais procuram, por onde entram no meu site, quanto cada cliente gasta em média… Quanto mais dados recolher, melhor. Conheça sua clientela.
4. Conheça os concorrentes. Seu site pode ser muito bom e seu produto de muita qualidade e, mesmo assim, não conseguir os clientes que queria. O problema pode ser a concorrência. Recolha informações do tipo: Quem são seus concorrentes no Google? O que, como e quando anunciam? Onde se posicionam? Os anúncios são sempre os mesmos ou mudam? Onde levam os anúncios?
5. Trace uma estratégia. Talvez, para alcançar seus objetivos, você não precise aparecer em primeiro lugar para todas as buscas, ou fazer uma campanha PPC por muito tempo. Analisando todas as informações recolhidas, estabeleça a estratégia a ser seguida.
6. Comece a campanha. Organize sua campanha por tópicos, cada produto ou serviço pode ser melhor explorado com uma campanha específica. Aproveite também os recursos de localização geográfica, idioma e tipo deanúncio para mostrar uma propaganda para o público que realmente está interessado no seu produto.
7. Não use palavras-chave duplicadas. Mesmo o Google desaconselha fazer campanhas diferentes focando a mesma keyword. Isso apenas fará seus anúncios concorrer entre si. Além disso, o Google mostra apenas um anúncio de cada anunciante em cada página de resultados.
8. Atenção aos detalhes. Menor número de keywords, mas mais específicas, dão mais resultado nas campanhas do que uma lista enorme e genérica de propagandas. Coloque a keyword no texto do seu anúncio. Coloque os aspectos exclusivos do eu produto/serviço no anúncio.
9. Não se engane. Direcionar seus clientes apenas para a sua página inicial não é um bom negócio. Manda-los para as páginas específicas dos produtos nos quais clicaram nos anúncios pode trazer uma taxa de conversão melhor. Unir uma campanha SEM a uma otimização do SEO de sua página pode melhorar muito os resultados.
10. Acompanhe seu desempenho. Você estudou, recolheu informações, estabeleceu objetivos e montou suas campanhas. Ótimo. Só não se esqueça de acompanhar e monitorar de perto o resultado de suas campanhas. Elas também o ajudarão a definir o melhor caminho a seguir.
Fonte: Google Media
Saiba Mais em Grupo Join Marketing
Pessoal,
Uma das práticas mais interessantes da agricultura é a adubação verde.
Prática essa que visa a conservação e alimentação do solo. Sendo esta uma das práticas que mais rejuvenescem o solo e consequentemente conservam a Vida.
Hoje lançamos a Fan Page de nosso cliente Piraí Sementes que tem como missão empreendedora a disseminação dessa prática.
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